03/12/2016

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Meus Poemas-69



Meus Poemas-69
Meus Poemas-69


AFLITOS.

Suspiros aflitos de tanta tristeza,
Com muitos segredos que desditas,
Correndo por essas estradas infinitas,
Que os levam a gemer pelas devesas.

Numa derrota traiçoeira e pavorosa,
Vidas se curvam sob mão potente,
Assim se desgastam lentamente,
Em vida triste, cansada e ruidosa.

Vem à verdade triunfante e gloriosa,
Lança para longe todas as seduções,
E desembaraça do manto das ilusões,
Dando confiança paz e vida formosa.
Por: António Jesus Batalha.

Meus Poemas-69

TEU AMOR.

Quando medito no Teu imenso amor,
Meu coração se enche de grande alegria,
Então elevo para Ti o meu louvor.
Por Tua graça aceitas minha melodia.

As minhas palavras poucas são,
Para Tua Santidade eu adorar,
Mas saem do fundo do coração,
Sê servido Senhor de as aceitar.

Levanto as minhas mãos para Ti,
Com toda a humildade do meu ser,
Quero ser sempre servo Teu aqui,
Cheio do Teu amor graça e poder.

Tua paciência tem sido para mim,
De uma medida elevada sem igual,
Amor glorioso e Tua graça sem fim,
Que me livra a cada dia do mal.
Por: António Jesus Batalha.

Meus Poemas-69

A SOMBRA.

A sombra que veio morar,
Em cima de um rochedo,
Quem por ali ia passar,
De longe ficava a olhar,
Da sombra tinham medo.

A lua que tanto brilhava,
Fazia a sombra mudar,
O homem que ali passava,
Olhava prá sombra gritava,
Socorro! devo estar a sonhar!

Então logo se acalmou,
Para replicar logo a seguir,
Olhem que medroso não sou,
Com medo eu não estou,
Disse: apenas estava a fingir.
Por: António Jesus Batalha.



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